terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A visita do Franco


Outro dia, o Franco esteve em minha casa. Seus olhos, sempre atentos aos livros, localizaram um exemplar, raridade, cujo título é Eu, Júlio Verne.

A Manuela, sua filha, tem um movimento que impressiona: folheia revistas, livros com tal graciosidade, e expressa um sorriso de sua própria manobra. A Ágata disse que isso vem desde os quatro meses de idade!  Saberia ela que é uma gafanhotinha?

Voltemos ao Verne. Eu, Júlio Verne, que se encontrava na mão curiosa do Franco, tem algumas pistas que levam à origem daquele sonho, o esperanto, assim como à inspiração para o epitáfio de um senhor que atendia por Dr. Killer.

Abre aspas, Júlio Verne interessava-se pelo esperanto, a língua universal... Em uma de suas últimas obras, O Eterno Adão, o Escritor usa expressões e frases de um idioma que, segundo ele, será falado por nossos descendentes longínquos que emergirão da Atlântida. (Mauchien), fecha aspas.

Em outra passagem, J.J. Benítez, autor de Eu, Júlio Verne, fala do epítáfio do lobo velho: "Rumo à imortalidade e à eterna juventude". Não pensem que era apenas uma frase... talvez fosse, mas é uma frase cabalística, criptografada, que encerra um hieróglifo de seu testamento espiritual. Tal testamento encontra-se no livro acima mencionado. Fala de seus três grandes amores: o mar, a música e a liberdade.

Mais detalhes você encontrará lendo Eu, Júlio Verne. Poderá encontrá-lo em qualquer sebo pela bagatela de cinco reais. Boa leitura.

Quando você ler as obras de Verne, o urso velho, conhecerá um pouco mais de um homem chamado Aristeu.

Abç

Charles

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