segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Kasparov vs Karpov




De um lado Karpov, russo, o queridinho da política russa, campeão mundial por 10 anos consecutivos, considerado por muitos como o maior jogador de todos os tempos; de outro, Kasparov, também russo, lider do movimento A outra Russia, oponente ao Vladimir Putin.

O ano é 1985.  Kasparov, 22 anos, movimenta as pretas, no 16º embate daquela disputa. Sua vitória, então, será considerada a melhor partida de todos os tempos. Onze anos depois, Deepe Blue, o supercomputador capaz de analisar 200 milhões de posições por segundo, fabricado pela IBM, derrotaria o grande campeão. A mente artificial, criatura da humanidade, supera o mais genial enxadrista que a espécie já teve. Era o ano de 1996. 




Estamos em 2012. De um lado Michele, não vou dizer a idade; de outro, Bárbara, idem.


O elenco, além das enxadristas acima: Clau, Marilu, Rute e Charles.

Sobe o pano para o primeiro ato.

Um rodízio de pastas, por conta da Diretoria. Quatro degustam vinho; uma, caipira; outra, cerveja. A graduação alcoólica está na razão inversa da idade, para a bebida mais forte. O restante segue a razão direta. Quem bebeu o quê?

Sobe o pano para o segundo ato.

Comentários aqui e ali sobre coisas de irmãos e familias. Mas houve um clímax: a alta costura para a posse.

Sobe o pano para o terceiro e último ato.

Uma enxadrista foi para um PUB, cidade vizinha, música, pessoas descoladas, acompanhamento etílico (C2,H6,O),  curtir as coisas boas da idade. Plano perfeito, não fosse um detalhe. O tal PUB estava fechado. A outra, tentou ler Borges, mas caiu na rede mundial.

Comentário de um figurante: "A melhor parte ocorreu nos bastidores".

E que a prometida viagem para a Serra Catarinense não vire lenda.

Pena que faltou o Nikolas.



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